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Mudanças no clima do Brasil até 2100

No Sudeste, clima 2,5ºC e 3ºC mais quente e entre 25% e 30% mais chuvoso
(Foto: Fapesp/reprodução)
 
| Por Elton Alisson, da Agência Fapesp |
 
(10/9/2013 - www.mococa24horas.com.br) O clima no Brasil nas próximas décadas deverá ser mais quente – com aumento gradativo e variável da temperatura média em todas as regiões do país entre 1 ºC e 6 ºC até 2100, em comparação à registrada no fim do século 20.
No mesmo período, também deverá diminuir significativamente a ocorrência de chuvas em grande parte das regiões central, Norte e Nordeste do país. Nas regiões Sul e Sudeste, por outro lado, haverá um aumento do número de precipitações.
As conclusões são do primeiro Relatório de Avaliação Nacional (RAN1) do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), cujo sumário executivo foi divulgado nesta segunda-feira (09/08), durante a 1ª Conferência Nacional de Mudanças Climáticas Globais (Conclima). Organizado pela FAPESP e promovido com a Rede Brasileira de Pesquisa e Mudanças Climáticas Globais (Rede Clima) e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT-MC), o evento ocorre até a próxima sexta-feira (13/09), no Espaço Apas, em São Paulo.
De acordo com o relatório, tendo em vista que as mudanças climáticas e os impactos sobre as populações e os setores econômicos nos próximos anos não serão idênticos em todo o país, o Brasil precisa levar em conta as diferenças regionais no desenvolvimento de ações de adaptação e mitigação e de políticas agrícolas, de geração de energia e de abastecimento hídrico para essas diferentes regiões.
Dividido em três partes, o Relatório 1 – em fase final de elaboração – apresenta projeções regionalizadas das mudanças climáticas que deverão ocorrer nos seis diferentes biomas do Brasil até 2100, e indica quais são seus impactos estimados e as possíveis formas de mitigá-los.
As projeções foram feitas com base em revisões de estudos realizados entre 2007 e início de 2013 por 345 pesquisadores de diversas áreas, integrantes do PBMC, e em resultados científicos de modelagem climática global e regional.
“O Relatório está sendo preparado nos mesmos moldes dos relatórios publicados pelo Painel Intergovernamental das Mudanças Climáticas [IPCC, na sigla em inglês], que não realiza pesquisa, mas avalia os estudos já publicados”, disse José Marengo, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e coordenador do encontro.
“Depois de muito trabalho e interação, chegamos aos resultados principais dos três grupos de trabalho [Bases científicas das mudanças climáticas; Impactos, vulnerabilidades e adaptação; e Mitigação das mudanças climáticas]”, ressaltou.
 



(Foto: ONU/reprodução)

Principais conclusões - Uma das conclusões do relatório é de que os eventos extremos de secas e estiagens prolongadas, principalmente nos biomas da Amazônia, Cerrado e Caatinga, devem aumentar e essas mudanças devem se acentuar a partir da metade e no fim do século 21.
A temperatura na Amazônia deverá aumentar progressivamente de 1 ºC a 1,5 ºC até 2040 – com diminuição de 25% a 30% no volume de chuvas –, entre 3 ºC e 3,5 ºC no período de 2041 a 2070 – com redução de 40% a 45% na ocorrência de chuvas –, e entre 5 ºC a 6 ºC entre 2071 a 2100.
Enquanto as modificações do clima associadas às mudanças globais podem comprometer o bioma em longo prazo, a questão atual do desmatamento decorrente das intensas atividades de uso da terra representa uma ameaça mais imediata para a Amazônia, ponderam os autores do relatório.
Os pesquisadores ressaltam que estudos observacionais e de modelagem numérica sugerem que, caso o desmatamento alcance 40% na região no futuro, haverá uma mudança drástica no padrão do ciclo hidrológico, com redução de 40% na chuva durante os meses de julho a novembro – o que prolongaria a duração da estação seca e provocaria o aquecimento superficial do bioma em até 4 ºC.
Dessa forma, as mudanças regionais decorrentes do efeito do desmatamento se somariam às provenientes das mudanças globais e constituíram condições propícias para a savanização da Amazônia – problema que tende a ser mais crítico na região oriental, ressaltam os pesquisadores.
“As projeções permitirão analisar melhor esse problema de savanização da Amazônia, que, na verdade, percebemos que poderá ocorrer em determinados pontos da floresta, e não no bioma como um todo, conforme previam alguns estudos”, destacou Tércio Ambrizzi, um dos autores coordenadores do sumário executivo do grupo de trabalho sobre a base científica das mudanças climáticas.
A temperatura da Caatinga também deverá aumentar entre 0,5 ºC e 1 ºC e as chuvas no bioma diminuirão entre 10% e 20% até 2040. Entre 2041 e 2070 o clima da região deverá ficar de 1,5 ºC a 2,5 ºC mais quente e o padrão de chuva diminuir entre 25% e 35%. Até o final do século, a temperatura do bioma deverá aumentar progressivamente entre 3,5 ºC e 4,5 ºC e a ocorrência de chuva diminuir entre 40% e 50%. Tais mudanças podem desencadear o processo de desertificação do bioma.
Por sua vez, a temperatura no Cerrado deverá aumentar entre 5 ºC e 5,5 ºC e as chuvas diminuirão entre 35% e 45% no bioma até 2100. No Pantanal, o aquecimento da temperatura deverá ser de 3,5ºC a 4,5ºC até o final do século, com diminuição acentuada dos padrões de chuva no bioma – com queda de 35% a 45%.
Já no caso da Mata Atlântica, como o bioma abrange áreas desde a região Sul do país, passando pelo Sudeste e chegando até o Nordeste, as projeções apontam dois regimes distintos de mudanças climáticas.
Na porção Nordeste deve ocorrer um aumento relativamente baixo na temperatura – entre 0,5 ºC e 1 ºC – e decréscimo nos níveis de precipitação (chuva) em torno de 10% até 2040. Entre 2041 e 2070, o aquecimento do clima da região deverá ser de 2 ºC a 3 ºC, com diminuição pluviométrica entre 20% e 25%. Já para o final do século – entre 2071 e 2100 –, estimam-se condições de aquecimento intenso – com aumento de 3 ºC a 4 ºC na temperatura – e diminuição de 30% a 35% na ocorrência de chuvas.
Nas porções Sul e Sudeste as projeções indicam aumento relativamente baixo de temperatura entre 0,5 ºC e 1 ºC até 2040, com aumento de 5% a 10% no número de chuva. Entre 2041 e 2070 deverão ser mantidas as tendências de aumento gradual de 1,5 ºC a 2 ºC na temperatura e de 15% a 20% de chuvas.
Tais tendências devem se acentuar ainda mais no final do século, quando o clima deverá ficar entre 2,5 ºC e 3 ºC mais quente e entre 25% e 30% mais chuvoso.
Por fim, para o Pampa, as projeções indicam que até 2040 o clima da região será entre 5% e 10% mais chuvoso e até 1 ºC mais quente. Já entre 2041 e 2070, a temperatura do bioma deverá aumentar entre 1 ºC e 1,5 ºC e haverá uma intensificação das chuvas entre 15% e 20%. As projeções para o clima da região no período entre 2071 e 2100 são mais agravantes, com aumento de temperatura de 2,5 ºC a 3 ºC e ocorrência de chuvas entre 35% e 40% acima do normal.
“O que se observa, de forma geral, é que nas regiões Norte e Nordeste do Brasil a tendência é de um aumento de temperatura e de diminuição das chuvas ao longo do século”, resumiu Ambrizzi.
“Já nas regiões mais ao Sul essa tendência se inverte: há uma tendência tanto de aumento da temperatura – ainda que não intenso – e de precipitação”, comparou.


(Foto: Cecilia Bastos/Jornal da USP/divulgação)
Impactos e adaptação - As mudanças nos padrões de precipitação nas diferentes regiões do país, causadas pelas mudanças climáticas, deverão ter impactos diretos na agricultura, na geração e distribuição de energia e nos recursos hídricos das regiões, uma vez que a água deve se tornar mais rara nas regiões Norte e Nordeste e mais abundante no Sul e Sudeste, alertam os pesquisadores.
Por isso, será preciso desenvolver ações de adaptação e mitigação específicas e rever decisões de investimento, como a construção de hidrelétricas nas regiões leste da Amazônia, onde os rios poderão ter redução da vazão da ordem de até 20%, ressalvaram os pesquisadores.
“Essas variações de impactos mostram que qualquer tipo de estratégia planejada para geração de energia no leste da Amazônia está ameaçada, porque há uma série de fragilidades”, disse Eduardo Assad, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
“Dará para contar com água. Mas até quando e onde encontrar água nessas regiões são incógnitas”, disse o pesquisador, que é um dos coordenadores do Grupo de Trabalho 2 do relatório, sobre Impactos, vulnerabilidades e adaptação.
De acordo com Assad, é muito caro realizar ações de adaptação às mudanças climáticas no Brasil em razão das fragilidades que o país apresenta tanto em termos naturais – com grandes variações de paisagens – como socioeconômicas.
“A maior parte da população brasileira – principalmente a que habita as regiões costeiras do país – está vulnerável aos impactos das mudanças climáticas. Resolver isso não será algo muito fácil”, estimou.
Entre os setores econômicos do país, segundo Assad, a agricultura é um dos poucos que vêm se adiantando para se adaptar aos impactos das mudanças climáticas.
“Já estamos trabalhando com condições de adaptação há mais de oito anos. É possível desenvolver cultivares tolerantes a temperaturas elevadas ou à deficiência hídrica [dos solos], disse Assad.
O pesquisador também ressaltou que os grupos populacionais com piores condições de renda, educação e moradia sofrerão mais intensamente os impactos das mudanças climáticas no país. “Teremos que tomar decisões rápidas para evitar que tragédias aconteçam.”
Mitigação - Mercedes Bustamante, professora da Universidade de Brasília (UnB), e uma das coordenadoras do Grupo de Trabalho 3, sobre Mitigação das Mudanças Climáticas, apresentou uma síntese de estudos e pesquisas sobre o tema, identificando lacunas do conhecimento e direcionamentos futuros em um cenário de aquecimento global.
Bustamante apontou que a redução das taxas de desmatamento entre 2005 e 2010 – de 2,03 bilhões de toneladas de CO2 equivalente para 1,25 bilhão de toneladas – já tiveram efeitos positivos na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) decorrentes do uso da terra.
“As emissões decorrentes da geração de energia e da agricultura, no entanto, aumentaram em termos absolutos e relativos, indicando mudanças no perfil das emissões brasileiras”, disse.
Mantidas as políticas atuais, a previsão é de que as emissões decorrentes dos setores de energia e de transportes aumentem 97% até 2030. Será preciso mais eficiência energética, mais inovação tecnológica e políticas de incentivo ao uso de energia renovável para reverter esse quadro.
Na área de transporte, as recomendações vão desde a transformação de um modal – fortemente baseado no transporte rodoviário – e o uso de combustíveis tecnológicos. “É preciso transferir do individual para o coletivo, investindo, por exemplo, em sistemas aquaviários e em veículos elétricos e híbridos”, ressaltou Bustamante.
O novo perfil das emissões de GEE revela uma participação crescente do metano – de origem animal – e do óxido nitroso – relacionado ao uso de fertilizantes. “Apesar desses resultados, a agricultura avançou no desenvolvimento de estratégias de mitigação e adaptação”, ponderou.
Para a indústria, responsável por 4% das emissões de GEE, a lista de recomendações para a mitigação passa pela reciclagem, pela utilização de biomassa renovável, pela cogeração de energia, entre outros.
As estratégias de mitigação das mudanças climáticas exigem, ainda, uma revisão do planejamento urbano de forma a garantir a sustentabilidade também das edificações de forma a controlar, por exemplo, o consumo da madeira e garantir maior eficiência energética na construção civil.


(Foto: Fapesp/reprodução)
Informação para a sociedade - Os pesquisadores participantes da redação do relatório destacaram que, entre as virtudes do documento, está a de reunir dados de estudos científicos realizados ao longo dos últimos anos no Brasil que estavam dispersos e disponibilizar à sociedade e aos tomadores de decisão informações técnico-científicas críveis capazes de auxiliar no desenvolvimento de estratégias de adaptação e mitigação para os possíveis impactos das mudanças climáticas.
“Nós, cientistas, temos o desafio de conseguir traduzir a seriedade e a gravidade do momento e as oportunidades que as mudanças climáticas globais encerram para a sociedade. Sabemos que a inação representa a ação menos inteligente que a sociedade pode tomar”, disse Paulo Nobre, coordenador da Rede Clima.
Por sua vez, Celso Lafer, presidente da FAPESP, destacou, na abertura do evento, que a Fundação tem interesse especial nas pesquisas sobre mudanças climáticas, expresso no Programa FAPESP de Pesquisa em Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG), mantido pela instituição.
“Uma das preocupações básicas da FAPESP é pesquisar e averiguar o impacto das mudanças climáticas globais naquilo que afeta as especificidades do Brasil e do Estado de São Paulo”, afirmou.
Também participaram da abertura do evento Bruno Covas, secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Carlos Nobre, secretário de Políticas e Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e Paulo Artaxo, membro da coordenação do PFPMCG.
Carlos Nobre ressaltou que o relatório será a principal fonte de informações que orientará o Plano Nacional de Mudanças Climáticas que, no momento, está em revisão.
“É muito importante que os resultados desse estudo orientem os trabalhos em Brasília e em várias partes do Brasil, em um momento crítico de reorientar a política nacional, que tem de ir na direção de tornar a economia, a sociedade e o ambiente mais resilientes às inevitáveis mudanças climáticas que estão por vir”, afirmou.
Segundo ele, o Brasil já sinalizou compromisso com a mitigação, materializado na Política Nacional de Mudanças Climáticas e que prevê redução de 10% e 15% das emissões entre 2010 e 2020, respectivamente, relativamente a 2005.
“São Paulo lançou, em 2009, um programa ambicioso, de redução de 20% das emissões, já que a questão da mudança no uso da terra não é uma questão tão importante no Estado, mas sim o avanço tecnológico na geração de energia e em processos produtivos. O Brasil é o único país em desenvolvimento com metas voluntárias para redução de emissões”.
Ele ressaltou, entretanto, que “a adaptação ficou desassistida". "Não é só mitigar; é preciso também se adaptar às mudanças climáticas. As três redes de pesquisa – Clima, INCT e FAPESP – avançam na adaptação, que é o guia para o desenvolvimento sustentável.”
 
* Colaboraram Claudia Izique e Noêmia Lopes


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Capivaras provocam acidente na estrada entre Mococa e São José

Colisão entre 2 veículos deixou quatro pessoas feridas
(Foto ilustrativa: reprodução)
(10/9/2013 - www.mococa24horas.com.br) O site tvsupertiva, de Santa Cruz das Palmeiras, está informando que na noite desta segunda-feira, 9, diversas capivaras provocaram acidente que envolveu 2 veículos na estrada vicinal que liga Mococa a São José do Rio Pardo:
"Na noite de segunda-feira, dia 9, quatro pessoas ficaram feridas após uma colisão, na vicinal que liga Mococa/SP à Rio Pardo/SP. Segundo uma das vítimas, uma capivara entrou na frente do carro, o que ocasionou a colisão. As vítimas informaram a polícia, que trafegavam sentido Mococa/São José, quando próximo ao Carraro, várias capivaras entraram na pista. O veículo Gol vermelho freiou, o corsa que vinha atrás não conseguiu parar e bateu. O Corpo de Bombeiros e o SAMU foram acionados e prestaram os primeiros atendimentos ainda no local. As vítimas foram encaminhadas ao Pronto Socorro com ferimentos leves, sendo medicadas e liberadas. O boletim de ocorrência foi registrado na delegacia de polícia".


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Polícia Civil de Mococa paralisa atividades por 6 horas

 
Operação Blecaute combate falta de condições de trabalho nas delegacias
(10/9/2013 - www.mococa24horas.com.br) Os policiais civis do Estado realizaram nesta terça-feira, 10, mais uma Operação Blecaute, que suspendeu as atividades nas delegacias entre 10h00 e 16h00.
A exemplo de delegacias de todo o Estado, incluindo Ciretrans e seções de Trânsito do Estado, a Polícia Civil de Mococa também paralisou as suas atividades neste período, não registrando boletins de ocorrência, a não ser os casos graves e flagrantes, e repetiu o movimento do dia 29 de agosto, quando aderiu à Operação Blecaute.
Segundo informe do movimento, "A unidade policial permanece com as porta abertas normalmente, contudo, somente atende os casos graves e flagrantes. Ocorrências simples, sem relevância ou que não necessitem de medidas urgentes devem ser registradas após o término da Operação, neste período o cidadão deve ser orientado que as paralisações acontecem em razão da falta de condições de trabalho e que estas manifestações estão sendo realizadas para que possamos melhor atendê-lo".
"Governo se cala" - Em nota à imprensa, a Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo se manifestou sobre esta nova paralisação: "Enquanto o Governo se cala e adia o posicionamento perante nossas reivindicações, o movimento em prol da valorização da Polícia Civil segue fortalecido. A luta por melhorias e valorização não cessará até que o Governo atenda nossas justas e legítimas reivindicações. A valorização da Polícia Civil implica no reconhecimento da importância da Polícia Judiciária, cujo pleito por melhores condições de trabalho assegura a permanência e o respeito do Estado Democrático de Direito, na construção de uma sociedade livre e mais justa".
"A Operação Blecaute tem como objetivo sensibilizar o Governador do Estado de São Paulo para realização de concursos públicos para as diversas carreiras policiais, ante a defasagem de servidores que se aposentaram e outros não foram designados, visando o atendimento do público que procura as repartições policiais e os trabalhos de Polícia Judiciária, principalmente no tocante a investigações, policiamento ostensivo especializado e ainda melhoria dos salários dos policiais civis".
Esta é a sexta paralisação da categoria (desde 20 de agosto está em estado de greve), que já cogita entrar em greve geral caso o governo estadual não se pronuncie ou se a proposta de aumento salarial for insatisfatória.


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Concurso do Detran/SP: 10.891 inscritos na região

Provas serão dias 29 e 6 de outubro
(Foto ilustrativa: reprodução)
(9/9/2013 - www.mococa24horas.com.br) O Detran/SP está informando que mais de 310 mil pessoas se inscreveram para o concurso público que oferece 1.200 vagas distribuídas para 217 cidades da Região Metropolitana de São Paulo e das 14 regiões administrativas do Estado, cujas provas acontecem nos dias 29 de setembro e 6 de outubro. No total, 184.501 candidatos vão concorrer ao cargo de Oficial de Trânsito (308 por vaga) e 126.726 ao de Agente de Trânsito (211 por vaga).
De acordo com balanço divulgado pelo órgão, a região de Mogi Guaçu (que abrange Mococa, São José do Rio Pardo, Casa Branca e São João da Boa Vista), que tem 64 vagas no total, possui 6.006 candidatos que irão concorrer ao cargo de Oficial de Trânsito (177 por vaga; são 34 vagas) e 4.885 candidatos ao de Agente de Trânsito (163 por vaga; são 30 vagas).
Serviço - O edital completo e outras informações sobre o concurso estão disponíveis no portal do Detran/SP no seguinte endereço eletrônico: http://migre.me/fX1oy
A Vunesp disponibiliza um telefone para tirar dúvidas dos candidatos, o Disque Vunesp, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h00 às 20h00: (11) 3874-6300.
 

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Ladrões roubam R$ 500 mil de supermercado em Mococa

Ladrões renderam vigia e arrombaram cofre
(Foto ilustrativa: reprodução)
(9/9/2013 - www.mococa24horas.com.br) O portal de notícias da Globo, g1.globo.com, Araraquara e São Carlos, está informando que três ladrões encapuzados roubaram na madrugada desta segunda-feira, 9, um supermercado localizado no bairro Alvorada, em Mococa, e levaram R$ 500 mil em jóias, cheques e dinheiro:
"Três homens armados e encapuzados invadiram um supermercado no bairro Alvorada, em Mococa (SP), e levaram R$ 500 mil entre joias, cheques e dinheiro. Segundo a Polícia Militar, o furto aconteceu na madrugada desta segunda-feira (9).Ainda segundo a PM, os ladrões arrebentaram o cadeado do portão do fundo e amarraram o vigia de 61 anos que foi colocado em uma sala. O trio arrombou o cofre, pegou os valores e fugiu. O vigia conseguiu se soltar duas horas depois e chamou a polícia. Até agora ninguém foi preso".


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Vara do Trabalho alcança R$ 76 mil em acordos trabalhistas

Mococa realizou 52 audiências na 3ª Semana Nacional de Execução Trabalhista
(9/9/2013 - www.mococa24horas) Entre os dias 26 e 30 de agosto, o Conselho Superior da Justiça do Trabalho e do Tribunal Superior do Trabalho realizou a 3ª Semana Nacional de Execução Trabalhista, envolvendo juízes e servidores dos 24 Tribunais Regionais do Trabalho e das Varas do Trabalho de todo o país.
Com o objetivo de acelerar as execuções trabalhistas, solucionando litígios por meio de pesquisas para a identificação de devedores e seus bens, audiências de conciliação, expedição de certidões de crédito e reavaliações de processos, além de leilões e de ferramentas eletrônicas, o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, que abarca Mococa, homologou aos reclamantes um total de R$ 100.536.306,03, segundo balanço divulgado na quarta-feira, 4, pela Coordenadoria de Estatística e Pesquisa do órgão.
11.332 reclamamente beneficiados - "O montante abarca os valores conciliados tanto em processos que se encontravam em fase de conhecimento quanto naqueles em fase de liquidação/execução, incluindo ainda as somas relativas às conciliações obtidas em processos em trâmite via Processo Judicial Eletrônico (PJe). Em sua maior parte, os acordos foram alcançados em 5.643 audiências de tentativa de conciliação realizadas na 1ª e 2ª instâncias do Regional. Um total de 11.332 reclamantes foram beneficiados. Do total de valores conciliados, R$ 77.986.199,90 foram obtidos em processos que se encontravam em fase de liquidação/execução, incluídos os R$ 14.478.165,41 arrecadados com o leilão nacional. Ao todo foram realizadas 4.527 audiências de tentativa de conciliação em ações nessa fase processual e celebrados 2.551 acordos. Sem contar os acordos já firmados pelas partes e apenas homologados pelo juiz, o índice de conciliação em execução do Regional foi de 56,3%", informou em nota o TRT-15ª Região ao mococa24horas.
"Pela primeira vez o TRT-15 contabilizou especificamente os dados referentes a processos que tramitam pelo PJe. Ao todo, foram realizadas 291 audiências relativas a ações iniciadas via PJe e que se encontram em diferentes fases processuais. Os 210 acordos firmados em 1ª e 2ª instâncias implicaram a homologação de R$ 1.475.884,13 a 225 reclamantes", salientou o órgão.
52 audiências em Mococa - Em Mococa, a Vara do Trabalho local (foto) na 3ª Semana Nacional de Execução Trabalhista teve 54 audiências designadas, sendo que 52 foram efetivamente realizadas. 14 processos foram conciliados, 8 em fase de execução e 6 em fase de conhecimento. Foram homologados R$ 76.616,00 aos reclamantes, sendo que R$ 57.438,00 são de processos em fase de execução e R$ 19.178,00 em fase de conhecimento.


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Frente Parlamentar Estadual de Defesa do Setor Sucroenergético

Força produtiva do setor corre risco de se estagnar por omissão das autoridades federais
 
| Por Welson Gasparini |
 
Das mais positivas, sem qualquer dúvida, a recente reunião em defesa do setor sucroenergético idealizada pelo prefeito de Sertãozinho, Zezinho Gimenes, e congregando, nas dependências do Teatro Municipal daquela cidade, representantes de todos os elos da cadeia desse segmento tão importante econômica e socialmente para o país. Propomo-nos, eu e o colega Roberto Morais (PPS), articular uma Frente Estadual  enquanto, no âmbito federal, dessa tarefa se encarregarão os deputados Arnaldo Jardim (PPS-SP), Duarte Nogueira (PSDB-SP) e Mendes Thame (PSDB-SP).
A cadeia produtiva do setor sucroenergético é realmente significativa: emprega,  diretamente, 2,5 milhões de trabalhadores, reunindo  cerca de 400 usinas, 80 mil fornecedores de cana e 4 mil indústrias de base, distribuídos em mais de 600 municípios brasileiros e  produzem acima de 5000 hectares de cana por ano. No entanto, toda essa força produtiva corre o risco de se estagnar a curto prazo pela ausência do setor produtivo de açúcar e etanol nos planos estratégicos do governo. É para enfrentar essa omissão das  autoridades federais quanto aos riscos de sobrevivência enfrentados pelo setor que a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e a Câmara Federal estão  se mobilizando.
As dificuldades  - explicitadas num documento denominado “Carta de Sertãozinho”, aprovado naquela oportunidade e subscrito por lideranças empresariais e trabalhistas  - não se restringem aos produtores, mas a toda uma cadeia produtiva, que não busca subsídios ou proteção; são, sim,  contrários a eles,  especialmente os regionais e pontuais que ao invés de resolver os problemas estruturais, aumentam o preconceito e desmoralizam a comprovada competência do setor, contribuindo  para diminuir a competitividade, a eficiência, a produtividade e a inovação tecnológica nele existentes.
44 usinas deixaram de moer cana nas duas últimas safras - A falta de políticas claras e previsíveis de preços desorganiza o setor que fica numa verdadeira saia justa: ora produz etanol, ora produz açúcar, chegando a comprometer o abastecimento dos produtos para atender a demanda. O valor da produção sucroenrgética é utilizado como instrumento de controle da inflação e atrelado ao preço da gasolina.
Os números levantados são assustadores: • 44 usinas deixaram de moer cana nas últimas duas safras. E mais 10 deixarão de moer na próxima safra; • 100 mil empregos foram extintos no período; a desnacionalização ultrapassa 40% do setor; • As indústrias da cadeia produtiva não têm encomendas e trabalham a 50% da sua capacidade nominal, enquanto observam a consolidação dos produtores asiáticos; • Não existem projetos de novas plantas, como demonstra a carteira de consultas do BNDES.
São de duas naturezas os problemas: conjunturais e estruturais, todos eles requerendo medidas imediatas e planejadas . Ainda em 2003, quando da 2ª. reunião da então  recém instalada Câmara Setorial do Açúcar e Álcool, registrou-se em ata o compromisso de implementar um marco regulatório para o setor; 12 anos depois e ainda não ocorreram iniciativas concretas para efetivá-lo.Diferentemente da Petrobras, a cadeia produtiva do etanol não tem a mesma capacidade de suportar prejuízos, pois não dispõe de subsídios e nem é beneficiado por  políticas públicas.
Na conjuntura atual, o quadro é agravado pela inflação dos custos de produção , muito maior dentro dos portões da indústria do que o índice oficial, represado artificialmente pelas políticas de controle de preços. Urgem, portanto, medidas que resolvam os problemas imediatos e  conjunturais do setor possibilitando-lhe sobreviver, ganhar musculatura e  retomar sua capacidade de investimentos para,   num segundo momento, se reestruturar para um crescimento sustentável.




Welson Gasparini é deputado estadual/PSDB, advogado e ex-prefeito de Ribeirão Preto.

CPFL Energia leiloa prédio em Mococa

Segundo empresa, atendimento presencial não será afetado
(6/8/2013; atualizada em 7/9 - www.mococa24horas.com.br) O prédio da CPFL Mococa, localizado na R. Alferes Pedrosa, 227, no centro de Mococa, será leiloado dia 27 de setembro na sede da CPFL Energia, em Campinas, na modalidade presencial e on-line.
"Segundo Roseli Aparecida Vitor, gerente de Patrimônio Imobiliário da empresa, o edifício foi colocado à venda pela empresa em caráter de leilão, seguindo as regras aplicáveis a concessionárias de serviços públicos", informa em nota à imprensa a CPFL Mococa.
A venda do imóvel está sendo veiculada no site da Vizeu Imóveis. De acordo com informações do lote do prédio de Mococa, há "Necessidade de retificação de área e/ou registro, regularização de IPTU junto à Prefeitura Municipal, construções não averbadas em matrícula, desmembramento das áreas em andamento, outras pendências não apuradas, regularização e encargos por conta do comprador. A lavratura de escritura só se dará após a conclusão do desmembramento". A desocupação do imóvel deverá ocorrer em 12 meses.
Atendimento presencial não será afetado - Mesmo o prédio vendido, a CPFL Mococa não deixará de fazer atendimento presencial aos consumidores mocoquenses, tampouco as equipes de campo na cidade. Em nota à imprensa, a empresa reforçou esta preocupação: "Em relação ao leilão do prédio comercial da CPFL Mococa, em Mococa, a empresa informa que não existe qualquer movimento no sentido de encerrar ou reduzir as atividades na central de atendimento ao cliente ou na base operacional das equipes de campo na cidade.
A CPFL Mococa reforça que continua realizando o atendimento presencial a clientes no mesmo endereço na cidade de Mococa e que comunicará seus públicos de relacionamento sobre eventuais alterações de local".
 
(Fotos: divulgação)
Mais 16 imóveis em leilão - Além da venda deste imóvel, em Mococa, neste lote a CPFL Energia também vai vender outros 16 imóveis situados em diversas cidades, entre elas Monte Santo de Minas/MG, São Sebastião da Grama, São José do Rio Pardo, Barretos, Batatais e Cubatão.
No próximo sábado, 14, a CPFL Energia vende em leilão outro lote composto por 13 imóveis situados em diversas cidades, entre elas Americana, Ribeirão Preto, Araraquara e Sorocaba.
R$ 4,4 milhões em 2008 - De acordo com informações do jornal DCI, em 2008, a CPFL Energia captou cerca de R$ 4,4 milhões com a venda de 12 imóveis ofertados em leilão.


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Receita libera consulta ao 4º lote de restituições do IR

Restituições do lote totalizam mais de R$ 13 milhões
para contribuintes de Mococa e região 
(Foto: Meio Norte/reprodução) 
(7/9/2013 - www.mococa24horas.com.br) A Receita Federal está informando que nesta segunda-feira, 9, às 9h00, libera a consulta ao 4º lote de restituições do imposto de renda do exercício de 2013 (ano calendário 2012) e lotes residuais de 2012 (ano calendário 2011), de 2011 (ano calendário 2010), de 2010 (ano calendário de 2009), de 2009 (ano calendário de 2008) e de 2008 (ano calendário de 2007).
Já na próxima segunda-feira, 16, as restituições de todos estes lotes serão creditadas, por meio de depósito bancário, para um total de 16.803 contribuintes da Região de Limeira, incluindo contribuintes de Mococa, São José do Rio Pardo, Casa Branca e São João da Boa Vista e de mais 30 cidades, totalizando o valor de R$ 13.451.808,93.
Conforme informações da Receita Federal em Limeira, exclusivas ao mococa24horas, para o exercício de 2013 serão creditadas restituições para um total de 16.562 contribuintes de Mococa e região, totalizando R$ 13.116.009,80, já acrescidos da taxa Selic de 3,64% (maio de 2013 a setembro de 2013). Para o exercício de 2012 serão creditadas restituições para um total de 93 contribuintes de Mococa e região, totalizando R$ 148.160,18, já acrescidas da taxa Selic de 10,89% (maio de 2012 a setembro de 2013). Quanto ao lote residual do exercício de 2011 serão creditadas restituições para um total de 65 contribuintes de Mococa e região, totalizando R$ 137.666,14, já acrescidos da taxa Selic de 21,64% (maio de 2011 a setembro de 2013).
Com relação ao lote residual do exercício de 2010 serão creditadas restituições para um total de 49 contribuintes de Mococa e região, totalizando R$ 31.982,40, já atualizados pela taxa Selic de 31,79% (maio de 2010 a setembro de 2013).
Já sobre o lote residual do exercício de 2009 serão creditadas restituições para um total de 29 contribuintes de Mococa e região, totalizando R$ 13.739,65, já atualizados pela taxa Selic de 40,25% (maio de 2009 a setembro de 2013). Referente ao lote residual de 2008 serão creditadas restituições para um total de 5 contribuintes de Mococa e região, totalizando R$ 4.250,76, já atualizados pela taxa Selic de 52,32% (maio de 2008 a setembro de 2013).
Serviço - Para conferir se a sua declaração será liberada neste 4º lote basta acessar o seguinte endereço eletrônico: www.receita.fazenda.gov.br ou ligar para 146 - Receitafone na segunda-feira, 9, a partir das 9h00. Se você estiver neste lote e o valor não for creditado na segunda-feira, 16, a Receita Federal informa que basta contatar qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento (0800-729-0001 ou 0800-729-0088 - atendimento exclusivo para deficientes auditivos).


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Handebol de Mococa vence São João, Mogi Mirim e Cerquilho

Equipe cadete feminina continua invicta
(Foto ilustrativa: Prefeitura de Itatiba/divulgação)
(7/9/2013; atualizada em 8/9 - www.mococa24horas.com.br) As equipes de handebol feminino e masculino do Departamento de Esportes, Recreação e Lazer, o Derla, da Prefeitura de Mococa, voltaram a jogar neste sábado, 7, pelo campeonato estadual promovido pela Liga de Handebol do Estado de São Paulo. Os jogos foram realizados em São João da Boa Vista, na Sociedade Esportiva Sanjoanense.  A equipe cadete feminina (CF1) do Derla/Mococa venceu por 21x15 o Clube Mogiano/Derel, de Mogi Mirim. A equipe infantil masculina (IM2) do Derla/Mococa venceu por 30x5 a Prefeitura de São João da Boa Vista. Com esta vitória, a equipe agora está em 5º lugar, com 12 pontos; em 1º está o Clube de Handebol Japy, com 16 pontos. Já a equipe sub21 masculina (SM) do Derla/Mococa perdeu por 21x28 da Prefeitura de São João da Boa Vista.
Neste domingo, 8, as equipes feminina e masculina do Derla/Mococa voltaram a jogar por mais uma rodada do campeonato da Liga. Os jogos foram em São Carlos, no Ginásio Municipal "Zuzão". A equipe cadete feminina (CF1) do Derla/Mococa goleou por 29x7 o Handebol Cerquilho. Com mais esta vitória, a equipe mocoquense consolidou sua liderança na competição, com 27 pontos. Assim, as atletas comandadas pelo técnico Diego de Lima somam 9 vitórias em 9 jogos.
Já a equipe sub21 masculina (SM) do Derla/Mococa perdeu por 22x24 do DEC de São José do Rio Pardo. Com mais esta derrota, a equipe mocoquense ficou em 3º lugar, com 18 pontos; o Feac/Franca está em 1º lugar, com 24 pontos.

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Frota mocoquense chega a 36.478 veículos

Frota de automóveis é de 20.685 unidades
Conforme os indicadores do Departamento Nacional de Trânsito, tendo como base o mês de julho, Mococa tem atualmente 36.478 veículos; em julho do ano passado, este número era de 34.324 veículos.
Atualmente, a cidade tem 20.685 automóveis, 1.343 caminhões, 2.648 caminhonetes e 7.679 motocicletas, dentre outros. Em julho do ano passado, dos 34.324 veículos, Mococa tinha 19.345 automóveis, 1.254 caminhões, 2.467 caminhonetes e 7.454 motocicletas, dentre outros.
Em 2012, a cidade possuía 35.303 veículos e, em 2011, 32.804.
Tímido crescimento - Analista consultado pelo mococa24horas revela que o crescimento de carros e motos em Mococa é muito tímido se for comparado com o ritmo e a grande facilidade de financiamento que o mercado automobilístico anda oferecendo aos consumidores.
Números da região - Na região, São João da Boa Vista lidera em número de veículos, com uma frota de 57.762 unidades; em julho de 2012 tinha 54.131. São José do Rio Pardo tem atualmente 30.972 veículos; em julho de 2012 tinha 28.863. Casa Branca tem 14.924 veículos; em julho de 2012 tinha 13.922.
 

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Região: Unilever construirá fábrica em Aguaí

Terreno da nova fábrica em fase de terraplenagem
(Foto: Correio de Aguaí/divulgação)
(6/9/2013 - www.mococa24horas) A gigante multinacional Unilever, dona de marcas famosas, como sabão Omo, sorvetes Kibon e sabonetes Dove, está informando que vai construir a sua 10ª fábrica no Brasil e será em Aguaí, cidade distante 74 km de Mococa. Segundo a multinacional, o plano é inaugurar a nova unidade em 2015 e será a maior fábrica da companhia, uma vez que o terreno tem área de 1 milhão de metros quadrados, que produzirá produtos inéditos no Brasil e deve gerar cerca de 1.000 empregos diretos. Em nota à imprensa, a Unilever declarou: "Seguindo sua política de transparência e respeito aos públicos envolvidos, a Unilever informa que acaba de aprovar a compra de um terreno para a instalação de uma nova fábrica no Brasil, a ser construída no município de Aguaí, no estado de São Paulo.
A planta deve iniciar operações em 2015 e é uma das 30 novas fábricas que a companhia planeja construir em todo o mundo até lá. Esta unidade fabril irá suportar o crescimento previsto pela companhia no país, visando o aumento de capacidade, aprimoramento de serviços aos nossos clientes e contínua melhoria na qualidade dos produtos. Ao mesmo tempo, a Unilever reforça seu compromisso de dobrar o tamanho dos negócios, reduzindo o impacto ambiental até 2020.
A Unilever reforça que está constantemente trabalhando para garantir o crescimento sustentável da companhia no Brasil, mantendo o nível de excelência no atendimento a clientes e consumidores pela qual é reconhecida".
 

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Pacote de Internet pré ou pós-pago? Veja qual é a melhor opção



Pré-pago x Pós-Pago
(Foto: Portal do Consumidor/reprodução)
 
| Por Luiz Carlos Rodrigues, do Portal do Consumidor |
Com a tecnologia tão avançada, e com os preços dos computadores e smartphone tão baixos, os consumidores estão cada vez mais comprando esses produtos para poder acessar a internet. Mas uma das escolhas mais difíceis para um usuário de computador e/ou smartphone é um plano de internet. Todas as operadoras têm suas vantagens e desvantagens, e equilibrar algum pacote oferecido por elas com o perfil do usuário é uma tarefa extremamente complicada. Não bastasse isso, detalhes mínimos nos planos fazem enorme diferença no decorrer do mês.
A oferta de internet móvel pós-pago e pré é bem farta, e à primeira vista todos os planos são iguais. É preciso analisar pequenos detalhes, que podem fazer toda a diferença, tanto para o bolso quanto para a satisfação do cliente. O Portal do Consumidor comparou os pacotes de dados oferecidos pelas principais operadoras de celular do Brasil.
Confira a tabela de preços do pré-pago; clique na imagem para ampliar
(Tabela: Portal do Consumidor)
Pré-pagos - Apesar dos planos serem para Internet móvel, muitos usuários também utilizam os pacotes para serem usados nos computadores de sua casa ou escritório, usando um modem ou o próprio celular como modem ou roteador, mas conhecido como Wi-fi (alguns celulares possuem a função roteador para compartilhar a internet, principalmente os com a plataforma ANDROID e IOS).
 
Confira a tabela de preços do pós-pago; clique na imagem para ampliar
(Tabela: Portal do Consumidor)
Pós-pago - Ao contratar um dos planos o ideal é que o consumidor tire todas as informações possíveis com o atendente das operadoras, pois algumas empresas diminuem a velocidade da internet assim que o limite de consumo contratado é ultrapassado, dando mais economia ao cliente, já outras, cobram por MB, podendo chegar em R$ 1,05 por MB utilizado. Algumas operadoras possuem simuladores online, que possibilita ao cliente ver qual é o plano de internet ideal para o seu consumo, fazendo com que o consumidor não pague pelo o que não vai usar.
Para quem utiliza apenas as redes sociais como: Facebook, Twitter, Instagram, WhatsApp e entre outros, o plano ideal seria os de 100MB ao 300MB, dependendo também da frequência que você usa as redes.
Segundo o Ibope Media, o Brasil é o 5º país com o maior número de acesso à internet em todo o mundo, o uso da internet no Brasil aumentou de 27% para 48% entre 2007 e 2011.
Lembre-se, procure sempre um pacote ideal ao seu perfil de consumo, e tire todas as dúvidas possíveis com o atendente da operadora escolhida.
 
Nota do Editor: Esta matéria foi escrita originariamente para o site Portal do Consumidor.
 






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Desfile de 7 de Setembro reúne 36 escolas em Mococa

Evento cívico deve reunir mais de 3.000 pessoas
(5/9/2013 - www.mococa24horas.com.br) Para comemorar os 191 anos da Independência do Brasil, a Prefeitura de Mococa programou para este sábado, 7, feriado nacional, um desfile cívico-militar que percorrerá a Rua Cel. Diogo em direção à Pça. Marechal Deodoro, em frente das sedes dos poderes Executivo e Legislativo, no centro da cidade.
A solenidade de hasteamento das bandeiras nacional, paulista e de Mococa e a execução do hino nacional está prevista para acontecer às 8h00 e reunirá a prefeita municipal, Maria Edna Maziero/PSD, autoridades e público em geral.
A programação do 7 de Setembro será aberta às 8h30 com um desfile militar, que reunirá representações do Tiro de Guerra 02-22, Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Municipal/Trânsito, Escoteiros e Corpo de Bombeiros. Em seguida, 36 escolas pertencentes às redes municipal, estadual e particular desfilarão com suas fanfarras mostrando a história mocoquense e encerrando o evento cívico.
No dia do desfile, o trânsito de veículos na rua Cel. Diogo e adjacências será bloqueado a partir das 7h00.


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Comércio fecha e supermercados abrem no 7 de Setembro

Padarias e farmácias funcionarão normalmente
(5/9/2013 - www.mococa24horas.com.br) Os principais supermercados, farmácias e padarias de Mococa funcionarão e o comércio fechará neste sábado, 7, feriado nacional comemorativo da Independência do Brasil.
Segundo informações do Sindicato dos Comerciários de São José do Rio Pardo e Região ao mococa24horas, o comércio não está autorizado a abrir neste feriado nacional e quem desrespeitar estará sujeito à fiscalização e multa.
Os principais supermercados da cidade (Pierim, Sempre Vale, Franzoni, Dia% e Alvorada) funcionarão até às 16h00. Já as principais padarias (Padouci, Rainha e Grão de Trigo) estarão abertas até às 20h00.
A Polícia Militar (190), Polícia Civil (3656-0333), Corpo de Bombeiros (193), Guarda Municipal (3656-0716), Defesa Civil (199), Pronto Socorro (3656-9200), Sabesp (195), CPFL-Mococa (0800-7021500) funcionarão normalmente e em regime de plantão.

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Região registra mais de 15 mil BOs eletrônicos


130 policiais trabalham na Delegacia Eletrônica
(Foto: Leonardo Amorim/SSPSP/divulgação)
(4/9/2013 - www.mococa24horas.com.br) O número de registro de boletins de ocorrência por meio da internet cresce a cada ano e este serviço via Delegacia Eletrônica recebe uma média de 5.000 solicitações por dia em todo o Estado.
De janeiro a julho, das 682.745 ocorrências registradas via internet em todo o Estado, 504.892 das solicitações foram convertidas em boletins de ocorrência.
A pedido do mococa24horas, a Polícia Civil analisou a participação da região de Piracicaba, uma vez que Mococa faz parte desta região, nos registros da Delegacia Eletrônica,  "Das mais de 21 mil ocorrências registradas por meio da Delegacia Eletrônica somente entre os meses de janeiro e julho deste ano na região de Piracicaba, 77% das solicitações foram convertidas em Boletins de Ocorrência (16.436 ocorrências). O restante foi reprovado por duplicidade de solicitações, crimes não passíveis de registro pela Internet ou por inconsistência ou divergências de informações".
A comodidade de se fazer o registro pela internet atende 11 tipos de ocorrências, a saber: ameaça; injúria; difamação; calúnia; furto; perda e extravio de documentos, placas de veículos e celulares; furto de veículos; desaparecimento e localização de pessoas; e acidente de trânsito sem vítimas.
Sobre a Delegacia Eletrônica - Criada em 2000, a Delegacia Eletrônica possui uma equipe formada por 130 policiais que, além das ocorrências, atende milhares de e-mails e dispõe ainda de uma rede de telefones para informações e esclarecimentos.
"A Delegacia Eletrônica é uma ferramenta criada com o objetivo de facilitar a vida do cidadão. Todas as ocorrências eletrônicas registradas são encaminhadas para o distrito da área da ocorrência onde o delegado titular dará o devido andamento ao caso", informa a Polícia Civil.

(Foto: reprodução)
Serviço - Para registrar crimes de ameaça, injúria, calúnia, difamação, acidente de trânsito sem vítima, furto de veículo, desaparecimento de pessoa, furto ou perda de documentos, furto ou perda de celular, furto ou perda de placa de veículo, encontro de pessoas desaparecidas e complemento do boletim eletrônico, basta acessar o seguinte endereço eletrônico: http://www.ssp.sp.gov.br


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1.200 crianças atualizam caderneta de vacinação em Mococa

Em outubro, vacina contra catapora
(4/9/2013 - www.mococa24horas.com.br) Terminou nesta sexta-feira, 30, em todo o País, a campanha de multivacinação para atualização das carteiras de crianças menores de 5 anos. Em Mococa, segundo os indicadores da Vigilância Epidemiológica - Setor de Vacinas, 2.117 crianças compareceram aos postos da cidade e distritos de Igaraí e São Benedito das Areias, sendo que 1.200 tiveram sua carteira atualizada.
Para quem ainda não tem a carteira de vacinação deve procurar o posto de saúde mais próximo de sua residência e adquirir.
Vacina contra catapora em outubro - O Ministério da Saúde está informando que a partir deste mês começa a oferecer em toda a rede pública do País a vacina contra varicela (catapora), incluída na tetra viral, que também protegerá contra sarampo, caxumba e rubéola. "A nova vacina vai compor o Calendário Nacional de Vacinação e será ofertada exclusivamente para crianças de 15 meses de idade que já tenham recebido a primeira dose da vacina tríplice viral", informa o Ministério. Em Mococa, a vacina deverá estar disponível em outubro nos postos de saúde.
Febre amarela, sarampo, rubéola e caxumba - Indicada para quem viaja para áreas de risco potencial e endêmicas (estados do Amapá, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima, Acre, Rondônia, Amazonas, Pará, Goiás, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Distrito Federal) ou Exterior, as vacinas contra febre amarela e a tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) estão à disposição para aplicação nos postos de saúde da cidade.
Serviço - Mais informações pelo tel. (19) 3666-5200.
 




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Los Circo Los se apresenta nas Quadras da Cidadania

Espetáculo mistura teatro de rua, acrobacias e malabarismos
(Foto: divulgação)
(3/9/2013 - www.mococa24horas.com.br) O grupo campineiro Los Circo Los apresenta nesta sexta-feira, 6, às 19h00, no palco de eventos das Quadras da Cidadania, na entrada de Mococa, o espetáculo circense "Circulando".
Segundo a produção, "Por meio da linguagem do teatro de rua e de modalidades circenses, o grupo apresenta cenas de coragem, determinação e superação de limites. No decorrer da história, os dois atores, Vitor Poltromieri e Rodrigo Mallet, constroem, a partir da cumplicidade com a plateia, situações divertidas e cheias de expectativas". Rodrigo Mallet, um dos atores e criadores do texto, fala sobre o objetivo do espetáculo, "é criar uma interação com a plateia, que é convidada a subir ao palco e participar diretamente da ação teatral".
O espetáculo faz parte da programação do Circuito Cultural Paulista, um projeto da Secretaria de Estado da Cultura que leva programação cultural gratuita e de qualidade às cidade do interior do Estado, com o apoio das prefeituras locais.
 
 







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Parcela do 13º injeta mais de R$ 7 milhões em Mococa

Aposentados vão usar dinheiro para pagar contas
(2/9/2013 - www.mococa24horas.com.br) O adiantamento, desde 26 de agosto, da primeira parcela do 13º salário para aposentados, pensionistas e outros beneficiários do INSS, residentes em Mococa, deverá injetar na economia local mais de 7 milhões, que servirá para pagamento de contas e para compra no comércio local.  Em todo o Brasil, esse valor deverá chegar a R$ 12 bilhões.
A primeira parcela do 13º salário está sendo depositada junto com o pagamento da folha de agosto e, conforme o valor e o final do benefício, vai até sexta-feira, 6. Conforme informações do Ministério da Previdência Social, com exclusividade ao mococa24horas, existem 16.295 aposentados, pensionistas e outros beneficiários na cidade.
Pagamento de contas - O aposentado Luiz Aparecido disse à reportagem do mococa24horas que usará esta primeira parcela do 13º salário para pagar contas atrasadas e "limpar o nome". Já a dona de casa Antonia disse que, além de pagar "algumas continhas", irá usar o dinheiro para comprar uma roupa para seu neto.
Confira o calendário de pagamentos do INSS 2013 (clique na imagem para ampliar):


(Fonte: Ministério da Previdência Social)











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